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A podridão que nos cerca

A religião geralmente esconde a podridão da sociedade. Por meio dela temos as justificativas para toda e qualquer atrocidade que se faça, porque é tudo em nome de uma divindade que nunca aparece, mesmo quando reinvidica a autoria do mundo e de tudo o que é bom.
Filiado à uma organização religiosa, estudei a doutrina, e acredito nela, e observei o comportamento dos membros e líderes.
Testemunhei e sofri agressões físicas e morais, testemunhei o acobertamento de agressões sexuais e a exploração da força de trabalho dos membros de boa vontade. Testemunhei a forma humilhante com que os verdadeiramente pobres são tratados e como a segregação e a acepção de pessoas é nefasta, ainda mais porque se usa o nome de um Deus omisso.
E tudo sob a observação e anuência de líderes que misturam Igreja e Política, que visam mais a aparência em detrimento dos ensinamentos de Jesus Cristo. Líderes que se amontoam em facções para manter o domínio injusto e maléfico sobre os membros.
E embora existam aqueles que digam que se importam com a comunidade LGBTQ+, vi membros da Igreja que se enquadram nessa categoria serem expulsos da congregação através do exercício silencioso e eficaz do preconceito e da segregação. A família tradicional, para esses cristãos, é abalada pela comunidade LGBTQ+, mas não é por homens corruptos, que defendem agressões físicas e cruéis a filhos; que defendem casos extraconjugais e a opressão da mulher.


Observando a podridão dos membros e líderes da Igreja, em Alagoas, e a verdade infinita na doutrina, perguntou-me até quando o Deus-Mórmon será omisso e conivente com tudo o que ocorre nos corredores da "Sua Igreja".

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